Aliança selada: PSB confirma Alckmin na chapa de Lula para a reeleição em 2026
Em convenção nacional em Brasília, o PSB formaliza o vice-presidente na chapa governista. Enquanto a esquerda se consolida, a direita fragmentada apresenta diversos nomes para a corrida eleitoral.

O Partido Socialista Brasileiro (PSB) oficializa nesta quarta-feira, em Brasília, a candidatura de Geraldo Alckmin como vice na chapa de Luiz Inácio Lula da Silva. O evento, que conta com a presença do presidente, reafirma a parceria vitoriosa de 2022 e consolida o apoio da legenda ao projeto de reeleição do petista para o pleito de 2026.
Com a movimentação, o PSB torna-se a segunda sigla a formalizar a aliança, seguindo os passos do PDT, que já aprovou o apoio por unanimidade. Outras legendas da base, como as que integram a Federação Brasil da Esperança e a federação PSOL-Rede, também devem caminhar com o governo. O calendário eleitoral aperta, com o prazo final para convenções fixado em 5 de agosto.
Enquanto o campo governista busca unidade, a direita apresenta um cenário mais dividido. Nomes como o senador Flávio Bolsonaro (PL), o governador Ronaldo Caiado (PSD) e o ex-governador Romeu Zema (Novo) despontam como alternativas em diferentes frentes ideológicas. O grupo de oposição conta ainda com nomes como Renan Santos e Augusto Cury, que buscam espaço fora do eixo tradicional.
No centro do tabuleiro, partidos de peso como MDB, União Brasil e Progressistas mantêm uma postura de cautela e neutralidade estratégica. Essas siglas optaram por não fechar alianças imediatas, preservando capital político para negociações futuras à medida que o cenário eleitoral se estabilize e o registro oficial de candidaturas, previsto para 15 de agosto, se aproxime.
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