Finanças

Alerta no RS: Veja se o seu seguro auto cobre estragos causados por enchentes e temporais

Diante do risco de inundações no Rio Grande do Sul, especialistas explicam os critérios para acionar o seguro e alertam que a imprudência do condutor pode causar a perda do direito à indenização.

FONTE ORIGINAL: G1 Economia · Reescrito por IA
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O Rio Grande do Sul está sob alerta hidrometeorológico para inundações em municípios próximos a cinco grandes rios, como o Jacuí e o Taquari. A previsão de chuvas intensas aumenta o risco de transbordamentos, colocando motoristas em alerta sobre a segurança de seus veículos. Para garantir o suporte da seguradora, é fundamental que o proprietário tenha contratado a cobertura compreensiva, popularmente conhecida como seguro total, que geralmente engloba danos por desastres naturais.

Especialistas ressaltam que nem todo contrato protege contra enchentes. Enquanto produtos completos oferecem auxílio em casos de alagamentos, queda de árvores e granizo, os chamados seguros de entrada podem apresentar restrições para baratear o custo. O documento principal a ser consultado é a apólice, que detalha todos os riscos cobertos. Caso o segurado possua apenas proteção contra roubo e colisão simples, os prejuízos causados pela subida das águas deverão ser custeados integralmente pelo próprio dono do carro.

Um ponto crucial que pode levar à negativa do pagamento é o chamado agravamento de risco. Se o condutor tentar atravessar propositalmente uma via alagada e o motor sofrer danos, a seguradora pode alegar que a situação foi forçada, invalidando a cobertura. A recomendação em situações críticas é sempre priorizar a segurança pessoal, buscar abrigo e aguardar que o nível da água baixe antes de solicitar o serviço de guincho pelos canais oficiais de atendimento da empresa.

O valor do prêmio do seguro é influenciado por diversos fatores, como o perfil do motorista e a região de circulação, mas a personalização das cláusulas é o que mais impacta no preço final. Atualmente, o mercado oferece opções flexíveis, porém o consumidor deve estar atento para não abrir mão de proteções essenciais em áreas sujeitas a intempéries climáticas. O prazo legal para comunicar um sinistro é de até um ano, mas o aviso imediato agiliza a perícia e o processo de reparo.

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