Abert repudia ataques de Paulo Figueiredo e denuncia incitação ao ódio contra jornalistas
A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão condenou ofensas do influenciador Paulo Figueiredo, citando misoginia e ameaças à liberdade de imprensa após ataques contra Miriam Leitão.

A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) manifestou-se publicamente contra as recentes declarações do influenciador Paulo Figueiredo. Em nota oficial, a entidade repudiou os ataques dirigidos a profissionais da mídia e veículos de comunicação, destacando a gravidade das ofensas proferidas.
O posicionamento da associação deu ênfase especial aos comentários de cunho misógino feitos contra a jornalista Miriam Leitão, do Grupo Globo. Para a Abert, as falas de Figueiredo ultrapassam o direito à livre expressão, caracterizando-se como uma clara incitação ao ódio e uma tentativa de intimidar o trabalho jornalístico.
A entidade reforçou que é inaceitável qualquer tentativa de desqualificar ou constranger profissionais da comunicação no exercício de suas funções. De acordo com o comunicado, condutas desse tipo agridem não apenas a dignidade humana, mas também o direito fundamental da população de ter acesso a informações plurais e independentes.
Além de prestar solidariedade à Miriam Leitão e aos demais atingidos, a Abert cobrou uma postura firme das autoridades competentes. A associação espera que os fatos sejam devidamente apurados e que os envolvidos respondam legalmente pelas agressões e pelos estímulos à violência contra a categoria.
Por fim, o órgão reafirmou seu compromisso intransigente com a defesa da liberdade de imprensa e do livre exercício do jornalismo. A Abert reiterou que continuará atuando para garantir a integridade de todos os comunicadores brasileiros diante de discursos que buscam silenciar o debate democrático.
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