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Globo de Ouro: Ex-donos processam compradores por suposto boicote para reduzir valor da marca

A Associação de Imprensa Estrangeira acusa o grupo Penske Media de arquitetar um plano fraudulento para desvalorizar a premiação e assumir o controle total do evento por meio de táticas monopolistas.

FONTE ORIGINAL: G1 Pop & Arte · Reescrito por IA
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28/07/2026·1 visualizações
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Uma batalha jurídica de grandes proporções agita os bastidores de Hollywood. A Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood (HFPA) protocolou um processo contra a Penske Media, alegando que o conglomerado de mídia manipulou a crise de imagem do Globo de Ouro para comprar a premiação por um valor reduzido. Segundo a denúncia, a empresa teria usado veículos como Variety e The Hollywood Reporter para inflamar boicotes antes de efetivar a aquisição em 2023.

A acusação descreve um esquema clandestino que visava não apenas o controle do evento, mas a destruição da HFPA e o estabelecimento de um monopólio sobre o mercado de publicidade e premiações na indústria cinematográfica. Para os antigos proprietários, a estratégia foi deliberada e buscou aproveitar-se de vulnerabilidades éticas e de diversidade que a premiação enfrentava na época para forçar uma venda vantajosa.

O imbróglio ganha novos contornos com denúncias recentes de que a nova gestão estaria comercializando pacotes de parceria. De acordo com informações de bastidores, candidatos a novas categorias estariam sendo incentivados a pagar quantias entre US$ 25 mil e US$ 75 mil em troca de maior exposição mediática nas revistas do grupo Penske, o que levanta novos questionamentos sobre a integridade e a ética do troféu sob o novo comando.

Apesar das polêmicas judiciais, os novos donos seguem com o processo de reformulação do Globo de Ouro para tentar recuperar seu prestígio como "termômetro" do Oscar. O corpo de votantes foi expandido para cerca de 300 jornalistas internacionais, em uma tentativa direta de afastar as críticas sobre a falta de representatividade que quase extinguiu a cerimônia em 2021. O caso agora segue para análise dos tribunais da Califórnia.

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