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Engano fatal: empresário morto em barbearia no Paraná foi confundido com traficante

A Polícia Civil de Ponta Grossa confirmou que Hugo Gabriel Moll foi morto por engano após ser confundido com um criminoso. Cinco suspeitos foram presos durante operação realizada nesta terça-feira.

FONTE ORIGINAL: G1 · Reescrito por IA
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Investigações da Polícia Civil do Paraná revelaram que o empresário Hugo Gabriel Moll, de 39 anos, foi assassinado por engano em uma barbearia de Ponta Grossa. Segundo o delegado Luis Gustavo Timossi, o verdadeiro alvo era um traficante que deixou o estabelecimento apenas dez minutos antes da chegada da vítima. O atirador, contratado para o crime, não conhecia o alvo original e baseou-se em informações desencontradas sobre quem estava no local.

Imagens de câmeras de segurança foram cruciais para esclarecer a dinâmica do crime, ocorrido em junho. Os registros mostram o criminoso visado saindo do local e, apenas dez segundos depois, o empresário estacionando exatamente na mesma vaga. Hugo, que não era cliente habitual, havia parado no estabelecimento por acaso para se arrumar antes de uma viagem com o filho. No ataque, o barbeiro também foi baleado no tórax, mas sobreviveu após passar semanas internado.

Nesta terça-feira (28), uma operação policial resultou na prisão temporária de cinco suspeitos envolvidos na ação. Entre os detidos estão o suposto organizador do atentado, o fornecedor das armas e o responsável por monitorar o local e dirigir o veículo de fuga. A polícia informou que o disparo contra o barbeiro foi uma tentativa deliberada dos criminosos de eliminar qualquer testemunha ocular do homicídio.

Hugo Gabriel Moll atuava no ramo da construção civil e possuía um histórico pessoal impecável, sem qualquer passagem pela polícia. Ele havia se casado oficialmente apenas 20 dias antes da tragédia e deixou um filho de 12 anos. Agora, os materiais apreendidos durante as buscas nas residências dos suspeitos serão analisados para concluir o inquérito e detalhar a participação exata de cada integrante do grupo criminoso.

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