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MP denuncia sete por sequestro de família de caseiro morto em Franca

O Ministério Público denunciou sete pessoas pelo sequestro de familiares de um caseiro assassinado em Franca. O grupo buscava informações sobre suspeitos desaparecidos, que foram achados mortos posteriormente.

FONTE ORIGINAL: G1 · Reescrito por IA
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O Ministério Público de São Paulo apresentou denúncia contra seis mulheres e um homem pelo sequestro e cárcere privado de quatro pessoas em Franca, no interior paulista. O grupo é acusado de manter sob custódia forçada familiares do caseiro Milton de Sousa Prado, assassinado em junho. Entre as vítimas resgatadas pela polícia estão uma adolescente e uma recém-nascida, enquanto uma das filhas do caseiro, Maria Isabel Oliveira Prado, permanece desaparecida.

De acordo com as investigações, o sequestro foi motivado por vingança e pela busca por informações. Após o homicídio de Milton, dois jovens apontados como autores do crime desapareceram. Familiares desses suspeitos teriam invadido a residência das vítimas no início de julho, exigindo celulares e senhas, além de levar as mulheres para diferentes cativeiros na cidade. A polícia acredita que os sequestradores queriam forçar a família a revelar o paradeiro de Rafael Vitor Silva e Guilherme Henrique Melo, cujos corpos foram encontrados dias depois em Minas Gerais.

A Polícia Civil conseguiu libertar três das vítimas no dia 7 de julho, em um imóvel no bairro Jardim Aeroporto III, onde o único homem denunciado foi preso em flagrante enquanto vigiava o local. Na denúncia formalizada em 24 de julho, a Promotoria solicitou o arquivamento das acusações de associação criminosa e roubo majorado, alegando falta de provas suficientes para sustentar tais crimes. O processo foi redistribuído para a Vara Criminal de Franca e aguarda decisão judicial para que os envolvidos se tornem réus.

A situação de Maria Isabel Prado é um dos pontos centrais da complexa investigação. Apontada como suspeita de planejar uma emboscada contra o próprio pai, ela foi separada das outras familiares durante o sequestro e não foi localizada desde então. O caso segue sob intensa apuração, com inquéritos que conectam os assassinatos, o cárcere privado e a ocultação de cadáveres em uma sequência de crimes que mobiliza as polícias de São Paulo e Minas Gerais.

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